Produzida pela Casa São Lázaro, no âmbito do edital “Periferia Sem Fake” a publicação “Do orum ao ayê” tem o objetivo de trazer informação de qualidade a respeito das religiões de matriz africana no Brasil. O espaço enfrentou por duas vezes em 2025 atos de intolerância religiosa, infelizmente, essa situação se repete em diversos locais de culto, sobretudo aqueles de matriz africana.
A resposta do grupo vem com a afirmação da fé na liberdade religiosa, direito expresso na Constituição Federal. Diante disso, a cartilha apresenta textos produzidos por integrantes da casa com esclarecimentos e informações para dissipar preconceitos e mentiras propagadas contra as religiões afro-brasileiras.
O objetivo é que este material seja uma ferramenta de combate ao racismo religioso que ainda se faz presente no cotidiano do país. Para além das atividades religiosas, a Casa São Lázaro entende seu papel social na promoção dos valores de igualdade e justiça social, na importância das religiões de matriz africana na formação cultural cidadã no Brasil e na luta contra toda forma de preconceito.
Espera-se ainda, que ao longo das leituras e da apreciação do projeto visual inspirado na obra de Abdias Nascimento, seja possível encontrar um novo olhar de valorização e respeito pelas nossas heranças culturais e religiosas.
Entre o Orum (céu) e Ayê (terra), não há espaço para fake news.
Esse material é realizado com recursos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais – Sedese MG, via emenda parlamentar indicada pela deputada estadual Bella Gonçalves. Projeto Observatório Participativo do Combate à Desinformação, termo de fomento n º. 1481000954/2025.